Filipa Oliveira. Desde março é de 2025 diretora do Museu Nacional de Arte Contemporânea em Lisboa. Foi entre 2018 e 2025 curadora e Programadora de Artes Visuais da Câmara Municipal de Almada, tendo a seu cargo a direção artística da Casa da Cerca, Galeria Municipal de Almada e Convento dos Capuchos. Entre 2015 e 2017 foi diretora artística do Fórum Eugénio de Almeida em Évora.
Como curadora independente colaborou com inúmeras instituições culturais em Portugal, Inglaterra, França, Alemanha, entre outras. Foi curadora assistente na 28ª Bienal de São Paulo, curadora convidada do projecto Satellite no Jeu de Paume, Paris, e ainda co-curadora, com Elfi Turpin (Crac Alsace), da 4ª edição da bienal Anozero – Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra. Em 2024 foi a Mediadora Criativa da Manifesta 15 Barcelona Metropolitana. Tem uma extensa lista de participações em catálogos e publicações. Escreveu ensaios e críticas de exposições para Arte Contexto, Contemporary, Flash Art, L+Arte, Revista Contemporânea, Artforum, Contêmporânea, Brotéria e Umbigo.